Campanha “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres” é encerrada com palestras sobre o tema

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A Prefeitura de Marituba encerrou, na manhã desta sexta-feira (10), a campanha “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres”, executada no município pela Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SEMADS).

Carmen Silva, diretora técnica da Semads

A campanha teve encerramento com exposições sobre o tema com a presença de representantes do Ministério Público, Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), Sala Lilás e Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS).

Durante 16 dias foram realizadas ações com o objetivo de conscientizar a população sobre a necessidade de erradicar a violência contra a mulher e divulgar os mecanismos legais para coibir a violência de gênero, e também para avaliar os avanços e retrocessos nas políticas públicas, as ações de enfrentamento à violência e a eficácia da Lei Maria da Penha.

Promotor José Augusto Nogueira Sarmento da 4ª Promotoria Criminal de Marituba

“A campanha foi muito produtiva. O nosso objetivo de estar repassando os canais de denúncia dos casos de violência foi repassado”, avaliou a Diretora Técnica da Semads. Carmen Silva também destacou que este ano a campanha teve um diferencial no município. “Nós trabalhamos também o homem dentro das nossas ações. E trabalhamos também para que as mulheres saibam identificar os tipos de violência e saber a quem procurar e”, ressaltou a diretora.

Na pandemia – Os casos de violência contra a mulher tiveram um aumento considerável durante o período da pandemia, como destacou o promotor José Augusto Nogueira Sarmento da 4ª Promotoria Criminal de Marituba. Ele foi um dos palestrantes durante a culminância da Campanha, junto com o promotor Rodrigo Aquino, da 6ª Promotoria Criminal de Marituba.

O promotor destacou que a violência contra a mulher não é um problema local do município e pandemia trouxe um incremento nos números de casos tanto em Marituba quanto no mundo todo. “ A pandemia trouxe um desafio muito maior que foi tentar desenvolver, dentro da estrutura e dos mecanismos legais da rede de proteção, o acolhimento da mulher”, ressaltou.

Da Redação Comus

Fotos: Ary Brito

 

 

 

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