A maternidade é um termo usado para descrever o papel e a experiência de uma mãe na criação, proteção e cuidado de seus filhos, acompanhando-os desde o nascimento até a idade adulta.
A criação começa ainda na gravidez. No amor que essas mães guardam para os seus futuros filhos. É o caso das servidoras que estão na expectativa e no aguardo do nascimento de seus bebês.
Como a jornalista Aline Carvalho, 33 anos, a auxiliar administrativa Isabelle Queiroz, 23, e a recepcionista Eriane Nascimento, 37 anos.
Todas são servidoras municipais. Estão grávidas, cheias de expectativa para a experiência da maternidade.
Responsabilidade ao dobro – Para a Isabelle Queiroz, a maternidade envolve amor, apoio, nutrição, educação e orientação, além de uma responsabilidade inerente à vida de seu filho.
Servidora da Procuradoria Geral do Município, ela está no sexto mês de gravidez, de gêmeos, um casal.
A gravidez veio meio de surpresa. Ela é acadêmica do curso de Direito e está concluindo seu curso e ainda tem que administrar o tempo com a sua jornada de trabalho na Prefeitura de Marituba.
“Eu não tinha planejado, estava muito focada nos estudos, foi um imprevisto, mas foi o melhor imprevisto da minha vida”, declarou.
Ela comenta que ter engravidado foi revolucionário e a fez conhecer o amor verdadeiro. “O maior amor que eu poderia sentir”, afirmou.
A maternidade pode ser uma jornada recompensadora, mas também pode ser difícil e cheia de sacrifícios. Ser mãe significa amar incondicionalmente e estar presente em todos os momentos da vida do filho.
Desejo de ser mãe – a Jornalista Aline Carvalho, 33 anos, sempre teve um desejo muito grande de ser mãe e sempre adiou este momento. Aline é servidora da Coordenadoria de Comunicação ( Comus), e está grávida do seu primeiro filho, com seis meses de gravidez.
“Eu sempre achava que não era o momento certo devido aos estudos e ao trabalho e também queria encontrar o parceiro ideal, até que aconteceu, e foi uma surpresa muito boa”, explicou.
Para ela, ser mãe é uma tarefa desafiadora que requer paciência, dedicação, trabalho árduo e tomada de decisão em favor do bem-estar do filho. Ela afirma que está preparada para isso e, como profissional da comunicação, Aline pretende fazer do diálogo uma ferramenta a seu favor na criação de seu filho, um menino.
“Tudo, de repente, passou a ser novo. Você passa a ser responsável por uma outra vida. É algo que chega até ser preocupante, pois há um certo tempo atrás eu era sozinha e fazia o que eu quisesse da minha vida, agora eu tenho o meu filho. Vou dedicar a minha vida a ele”, declara.
Mãe do segundo filho após 14 anos – a recepcionista da Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania (Semasc), Eriane Nascimento, já tem uma filha de 14 anos e desejou muito ter um segundo filho, o que se tornou realidade agora, de uma segunda menina.
“Eu já sou uma mãe cuidadosa e preocupada e que busco ensinar o melhor caminho para a minha filha. Ser mãe é uma coisa muito boa e envolve muita responsabilidade. A maior responsabilidade é criar os filhos sozinha. Não é fácil mas é gratificante, pois minha filha sempre foi uma benção na minha vida”, comenta.
Todas três servidoras estão com muita expectativa com relação a maternidade. Elas tem plena consciência que ser mãe também envolve um compromisso incondicional com seu filho, oferecendo apoio emocional e físico, gerenciando e solucionando problemas juntos, e acompanhando o desenvolvimento e as conquistas de seu filho até a vida adulta.
Acima de tudo, para elas, ser mãe é um ato de coragem, de amor e de doação. É a missão mais nobre que alguém pode assumir. É ser a raiz que sustenta e protege a árvore da vida. É ser a luz que ilumina o caminho do futuro. E por isso desejamos a todas um Feliz Dia das Mães.
Da Redação Comus
Fotos: Fernando Nobre


